“Aprender para se proteger – cuidando do meu corpinho”: Câmara lança cartilha voltada ao público infantil
Com o objetivo de proporcionar orientações sobre como as crianças podem se proteger e pedir ajuda em situações de risco físico e psicológico, a Câmara Municipal de Limeira, por meio da Escola Legislativa Paulo Freire, lançou nesta quarta-feira, 6 de maio, a cartilha “Aprender para se proteger – cuidando do meu corpinho”. A publicação faz parte da campanha Maio Laranja de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. O material está disponível em formato digital no site da Escola Legislativa, ou por meio deste link.
Com recursos visuais e abordagem educativa, a cartilha traz orientações sobre como as crianças podem se proteger e pedir ajuda em situações de risco físico e psicológico. O material é voltado para crianças cursando o ensino fundamental, com faixa etária de 6 a 10 anos, e atende aos protocolos nacionais e internacionais sobre o tema.
A publicação foi produzida pela Escola Legislativa, em parceria com as psicólogas Andreza de Oliveira Dantas (CRP 06/187869) e Patrícia Tófoli (CRP 06/188390), com o apoio do Conselho Tutelar de Limeira, e estará disponível também em formato físico para as escolas do Município que atendem ao público-alvo. De acordo com a superintendente da Escola Legislativa, Giane Boscolo, serão realizadas no decorrer do ano, ações de divulgação e orientação sobre o uso da cartilha junto a essas instituições.
Campanha Maio Laranja
A campanha Maio Laranja de conscientização sobre a necessidade do combate ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes foi instituída no Calendário Oficial do Município por meio da Lei Ordinária Nº 6710/2022, de autoria do vereador Sidney Pascotto e aprovada por todos os vereadores da Câmara de Limeira.
O objetivo da campanha é ampliar o grau de conhecimento da população sobre o assunto e elevar o número de pessoas capazes e dispostas a denunciar os casos de violência sexual contra o público infanto-juvenil. De acordo com o autor, é preciso adotar medidas que permitam a divulgação de informações sobre o assunto a fim de sensibilizar as famílias para que protejam as crianças e adolescentes do abuso e da exploração sexual.
Sidney destacou ainda, na justificativa, que em inúmeros casos, seja por medo ou desconhecimento, a criança ou o adolescente deixa de relatar o episódio de abuso, o que só é percebido pelos responsáveis de forma indireta, por meio de sinais involuntários.
Fonte: Câmara Municipal de Limeira






