{"id":51284,"date":"2025-12-14T11:53:20","date_gmt":"2025-12-14T14:53:20","guid":{"rendered":"https:\/\/guialimeira.com.br\/pesquisadores-da-unesp-desenvolvem-modelo-para-monitorar-lixo-espacial-em-orbita-da-terra\/"},"modified":"2025-12-14T11:53:20","modified_gmt":"2025-12-14T14:53:20","slug":"pesquisadores-da-unesp-desenvolvem-modelo-para-monitorar-lixo-espacial-em-orbita-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/pesquisadores-da-unesp-desenvolvem-modelo-para-monitorar-lixo-espacial-em-orbita-da-terra\/","title":{"rendered":"Pesquisadores da Unesp desenvolvem modelo para monitorar lixo espacial em \u00f3rbita da Terra"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.agenciasp.sp.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/RPF-lixo-espacial-fundo-ilustra-2024-12-1200.jpg?w=696&#038;ssl=1\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Em 1957, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica lan\u00e7ou ao espa\u00e7o o Sputnik 1, o primeiro sat\u00e9lite a orbitar a Terra. O feito marcou o in\u00edcio da corrida espacial e abriu caminho para uma s\u00e9rie de avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos que possibilitaram a viagem do primeiro homem \u00e0 Lua em 1969 e, mais recentemente, os atuais planos de miss\u00f5es tripuladas a Marte e de minera\u00e7\u00e3o no Cintur\u00e3o de asteroides.<\/p>\n<p>Segundo levantamento da Ag\u00eancia Espacial Europeia, ao longo dessas quase sete d\u00e9cadas de atividades espaciais, ocorreram mais de 6.000 lan\u00e7amentos de sondas, sat\u00e9lites e foguetes. Uma das consequ\u00eancias menos favor\u00e1veis desse progresso, entretanto, s\u00e3o os res\u00edduos gerados em escala descomunal: fragmentos de metal, tinta, vidro, pl\u00e1stico e outros materiais, com dimens\u00f5es entre 1 cm e 10 cm, formam um anel de lixo espacial com cerca de 500 mil detritos. Quando se conta os fragmentos de lixo espacial com menos de 1 mm, o n\u00famero total salta para mais de 100 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/www.agenciasp.sp.gov.br\/professor-da-unesp-esta-entre-os-cientistas-mais-influentes-do-mundo-segundo-ranking\/\" rel=\"noopener\">Professor da Unesp est\u00e1 entre os cientistas mais influentes do mundo, segundo ranking<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Entre os efeitos mais conhecidos do lixo espacial est\u00e3o os epis\u00f3dios de reentrada desse material na Terra. Embora muitos objetos se desintegrem na atmosfera ou caiam no oceano, alguns acabam impactando o solo. Esse foi o destino do peda\u00e7o de foguete da SpaceX que, em 2022, caiu a 100 metros de uma casa em S\u00e3o Mateus do Sul, Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, h\u00e1 problemas tamb\u00e9m no espa\u00e7o. As \u00f3rbitas desses detritos nem sempre s\u00e3o est\u00e1veis, e a influ\u00eancia gravitacional da Terra pode resultar em altera\u00e7\u00f5es em seus percursos, colocando-os em rota de colis\u00e3o com outros fragmentos de lixo espacial ou, at\u00e9 mesmo, com alguma miss\u00e3o em curso.<\/p>\n<p>Um dos fen\u00f4menos que podem alterar a \u00f3rbita de ve\u00edculos e detritos espaciais \u00e9 conhecido como resson\u00e2ncia orbital.\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/113142\/mitigacao-de-detritos-espaciais-dinamica-baseada-em-manobras-combinadas-com-laser-terrestre-e-propul\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Com apoio da Fapesp<\/a>, um grupo de pesquisadores da Unesp, liderado pelo matem\u00e1tico Jorge Kennety S. Formiga, do Instituto de Ci\u00eancia e Tecnologia do c\u00e2mpus de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, desenvolveu um modelo matem\u00e1tico capaz de identificar quais objetos em \u00f3rbitas pr\u00f3ximas \u00e0 Terra s\u00e3o mais sens\u00edveis a esse tipo de perturba\u00e7\u00e3o e que, por isso, representam risco maior para miss\u00f5es espaciais e para o agravamento do problema do lixo orbital espacial.<\/p>\n<p><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/www.agenciasp.sp.gov.br\/usp-e-universidade-psl-criam-centro-internacional-nas-areas-de-economia-circular-e-terapia-celular\/\" rel=\"noopener\">USP e Universidade PSL criam centro internacional nas \u00e1reas de economia circular e terapia celular<\/a><\/strong><\/p>\n<p>\u201cA principal motiva\u00e7\u00e3o do trabalho foi conseguir identificar a varia\u00e7\u00e3o que o efeito de resson\u00e2ncia tem sobre essas \u00f3rbitas\u201d, conta Formiga. Em um<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S2468896725000886\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0artigo publicado<\/a>\u00a0na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Journal of Space Safety Engineering<\/em>, o grupo de pesquisadores identificou quais s\u00e3o algumas das regi\u00f5es de maior aten\u00e7\u00e3o e revelou que mesmo uma altera\u00e7\u00e3o de 50 m na \u00f3rbita j\u00e1 \u00e9 suficiente para aumentar o risco de impacto. Segundo o pesquisador, quando detritos espaciais orbitam muito pr\u00f3ximos uns dos outros, qualquer altera\u00e7\u00e3o em suas rotas pode levar a colis\u00f5es entre eles, dando origem a cada vez mais detritos. Esse \u201cefeito domin\u00f3\u201d \u00e9 conhecido como s\u00edndrome Kessler.<\/p>\n<p>Nomeado em homenagem ao consultor da NASA Donald J. Kessler, o conceito descreve um cen\u00e1rio em que a quantidade de detritos na \u00f3rbita terrestre cresce a ponto de desencadear colis\u00f5es em cadeia. Cada impacto gera novos fragmentos que, por sua vez, aumentam a probabilidade de novas colis\u00f5es, instaurando um ciclo potencialmente descontrolado de produ\u00e7\u00e3o de lixo espacial.<\/p>\n<p>No pior dos cen\u00e1rios, a s\u00edndrome de Kessler prev\u00ea um ac\u00famulo t\u00e3o grande de detritos que, caso nenhuma medida seja adotada, futuras miss\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o ou o lan\u00e7amento de novos sat\u00e9lites poder\u00e3o se tornar praticamente invi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Com essa preocupa\u00e7\u00e3o em mente, ag\u00eancias espaciais passaram a documentar as caracter\u00edsticas e a \u00f3rbita de fragmentos de lixo espacial acima de 10 cm. Tamb\u00e9m procuram identificar os tipos de detritos e as regi\u00f5es mais suscet\u00edveis aos efeitos de resson\u00e2ncia. A partir desse conjunto de informa\u00e7\u00f5es, os planejadores dos lan\u00e7amentos de sat\u00e9lites podem determinar quais s\u00e3o as \u00e1reas que precisam de monitoramento mais atento ou devem ser evitadas ao tra\u00e7ar as rotas para novas miss\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/www.agenciasp.sp.gov.br\/distrito-de-inovacao-de-sao-paulo-vence-premio-internacional-startup-ecosystem-stars-awards-2025\/\" rel=\"noopener\">Distrito de Inova\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo vence pr\u00eamio internacional Startup Ecosystem Stars Awards 2025<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c1reas de risco<\/strong><\/p>\n<p>O estudo analisou fragmentos presentes na faixa da \u00f3rbita terrestre baixa (LEO, na sigla em ingl\u00eas), regi\u00e3o em que os objetos se encontram abaixo de 2.000 km de dist\u00e2ncia da Terra. Essa \u00e9, precisamente, a \u00e1rea mais congestionada do ambiente espacial, como resultado das d\u00e9cadas de lan\u00e7amentos, miss\u00f5es e colis\u00f5es.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m concentraram as an\u00e1lises na cole\u00e7\u00e3o de detritos que apresentavam resson\u00e2ncia 15:1. Ou seja: nos objetos que completavam 15 voltas ao redor da Terra, enquanto o planeta realizava apenas uma volta em torno do seu eixo. Segundo os autores, essa resson\u00e2ncia ocorre em regi\u00f5es que s\u00e3o muito utilizadas por sat\u00e9lites e que, consequentemente, contam com a presen\u00e7a de detritos.<\/p>\n<p>Para o trabalho, o grupo utilizou a base de dados CelesTrak, que re\u00fane uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es orbitais de objetos pr\u00f3ximos \u00e0 Terra e \u00e9 amplamente utilizada por pesquisadores e operadores de sat\u00e9lite. Com essas informa\u00e7\u00f5es em m\u00e3os, foi poss\u00edvel identificar que os principais picos de resson\u00e2ncia ocorriam em uma faixa de apenas 4 km, em dist\u00e2ncias entre 563 km e 599 km da Terra. Isso significa que, quando um objeto est\u00e1 orbitando a Terra e passa pr\u00f3ximo dessas dist\u00e2ncias, h\u00e1 mais chances de que sua \u00f3rbita sofra alguma altera\u00e7\u00e3o. \u201cO interessante \u00e9 que, saindo dessa faixa de 4 km, n\u00e3o identificamos mais o efeito de resson\u00e2ncia. Isso \u00e9 um sinal do quanto essas altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o sens\u00edveis: mesmo dist\u00e2ncias pequenas podem ter grandes impactos\u201d, afirma Formiga.<\/p>\n<p>Os estudos foram conduzidos a partir da combina\u00e7\u00e3o dos dados do CelesTrak com um modelo matem\u00e1tico desenvolvido pelo pr\u00f3prio grupo, que permitiu simular a evolu\u00e7\u00e3o de 210 \u00f3rbitas ao longo de 12 mil dias (cerca de 33 anos). Ao longo de todo esse tempo, o grupo identificou picos de resson\u00e2ncia, respons\u00e1veis por provocar leves altera\u00e7\u00f5es na \u00f3rbita dos detritos, cada vez que eles passavam pela faixa de 563 km e 599 km de dist\u00e2ncia da Terra.<\/p>\n<p>Em alguns dos cen\u00e1rios estudados, entretanto, o grupo observou que a resson\u00e2ncia n\u00e3o se manifesta imediatamente, mas apenas depois de uma longa evolu\u00e7\u00e3o orbital. Um exemplo ocorre nas simula\u00e7\u00f5es com detritos que t\u00eam uma inclina\u00e7\u00e3o orbital de 87\u00b0. Nesses casos, o efeito s\u00f3 se manifestou por volta de 500 dias ap\u00f3s o in\u00edcio da simula\u00e7\u00e3o. Nesse momento, o detrito experimenta um pequeno deslocamento de alguns metros e, ap\u00f3s esse evento, a \u00f3rbita continua apresentando varia\u00e7\u00f5es graduais.<\/p>\n<p><strong>Limpeza espacial<\/strong><\/p>\n<p>De maneira geral, os resultados mostraram que os efeitos de resson\u00e2ncia aparecem principalmente em \u00f3rbitas quase circulares e muito inclinadas (com cerca de 63,4\u00b0 e 87\u00b0 de inclina\u00e7\u00e3o). Quando isso acontece, o semieixo da \u00f3rbita, que \u00e9 a dist\u00e2ncia m\u00e9dia de um objeto no espa\u00e7o ao seu centro gravitacional, pode mudar de forma repentina, chegando a altera\u00e7\u00f5es de at\u00e9 50 m. Ou seja, o trajeto feito pelos fragmentos \u00e9 suscet\u00edvel a pequenas altera\u00e7\u00f5es por conta dos efeitos de resson\u00e2ncia, o que j\u00e1 \u00e9 suficiente para aumentar os riscos de colis\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0\u201cDentro de um cen\u00e1rio espacial, podemos pensar que isso n\u00e3o \u00e9 grande coisa\u201d, diz Formiga, \u201cmas, se os detritos est\u00e3o viajando pr\u00f3ximos uns dos outros, em \u00f3rbitas que se cruzam, essa pequena varia\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 suficiente para gerar um impacto\u201d, explica.<\/p>\n<p>O matem\u00e1tico diz que o mesmo se aplica a sat\u00e9lites ou outros equipamentos que estejam com \u00f3rbitas pr\u00f3ximas. \u201cEssa pequena varia\u00e7\u00e3o pode causar uma colis\u00e3o respons\u00e1vel por encerrar uma miss\u00e3o espacial e resultar em um elevado desperd\u00edcio de recursos, tudo por causa de um mau planejamento da miss\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>Por esse motivo, Formiga refor\u00e7a a necessidade de manter o mapeamento de detritos e os estudos orbitais atualizado, de maneira a garantir a melhor rota para miss\u00f5es espaciais e prevenir impactos que poderiam ser contornados. Em 2024, o Brasil iniciou a estrutura\u00e7\u00e3o para a implementa\u00e7\u00e3o de uma rede de telesc\u00f3pios para monitorar lixo espacial. O objetivo \u00e9 garantir o monitoramento cont\u00ednuo dos detritos espaciais e permitir uma gest\u00e3o mais eficiente dos riscos de colis\u00e3o com sat\u00e9lites brasileiros.<\/p>\n<p>\u201cCom isso, o pr\u00f3prio pa\u00eds poder\u00e1 fazer o monitoramento para as miss\u00f5es nacionais. Conhecendo as principais caracter\u00edsticas orbitais de um detrito, \u00e9 poss\u00edvel descobrir de qual resson\u00e2ncia ele est\u00e1 pr\u00f3ximo e ter um planejamento mais assertivo das miss\u00f5es\u201d, diz Formiga. O pesquisador tamb\u00e9m destaca que, al\u00e9m do monitoramento, \u00e9 necess\u00e1rio p\u00f4r em pr\u00e1tica planos de limpeza espacial para remover o lixo acumulado nas \u00faltimas d\u00e9cadas. \u201cAgora \u00e9 a hora de come\u00e7ar a limpar, o estrago j\u00e1 foi feito, o problema est\u00e1 a\u00ed: temos lixo espacial reentrando na Terra e \u00f3rbitas cada vez mais congestionadas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Embora algumas ag\u00eancias espaciais, p\u00fablicas e privadas, tenham desenvolvido planos de miss\u00f5es para limpeza espacial, at\u00e9 o momento nenhuma foi efetivamente implementada. A miss\u00e3o da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA), em colabora\u00e7\u00e3o com a startup su\u00ed\u00e7a\u00a0<a href=\"https:\/\/clearspace.today\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ClearSpace<\/a>, \u00e9 a que se encontra em est\u00e1gio mais avan\u00e7ado, com lan\u00e7amento previsto para 2026. O plano ser\u00e1 utilizar uma espa\u00e7onave equipada com quatro bra\u00e7os rob\u00f3ticos para capturar um peda\u00e7o de foguete desativado e arrast\u00e1-lo de volta para a atmosfera terrestre, onde ser\u00e1 queimado durante a reentrada.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agenciasp.sp.gov.br\/pesquisadores-da-unesp-desenvolvem-modelo-para-monitorar-lixo-espacial-em-orbita-da-terra\/\" rel=\"noopener\">Informa\u00e7\u00f5es GOV.SP<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1957, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica lan\u00e7ou ao espa\u00e7o o Sputnik 1, o primeiro sat\u00e9lite a orbitar a Terra. O feito marcou o in\u00edcio da corrida espacial e abriu caminho para uma s\u00e9rie de avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos que possibilitaram a viagem do primeiro homem \u00e0 Lua em 1969 e, mais recentemente, os atuais planos de miss\u00f5es tripuladas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":51285,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_mbp_banners":[],"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[16,21],"tags":[],"class_list":["post-51284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-local","category-sp-news"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Eq1F-dla","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/guialimeira.com.br\/news\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Pesquisadores-da-Unesp-desenvolvem-modelo-para-monitorar-lixo-espacial-em.jpg?fit=1200%2C630&ssl=1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51284"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51284\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51285"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}