{"id":22125,"date":"2025-01-29T20:09:43","date_gmt":"2025-01-29T23:09:43","guid":{"rendered":"https:\/\/guialimeira.com.br\/2025\/01\/29\/receita-da-industria-de-maquinas-e-equipamentos-tem-queda-de-86\/"},"modified":"2025-01-29T20:09:43","modified_gmt":"2025-01-29T23:09:43","slug":"receita-da-industria-de-maquinas-e-equipamentos-tem-queda-de-86","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guialimeira.com.br\/news\/receita-da-industria-de-maquinas-e-equipamentos-tem-queda-de-86\/","title":{"rendered":"Receita da ind\u00fastria de m\u00e1quinas e equipamentos tem queda de 8,6%"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>A receita l\u00edquida da ind\u00fastria brasileira de m\u00e1quinas e equipamentos caiu 8,6% no acumulado de janeiro a dezembro de 2024, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2023. Em 2024, o setor faturou R$ 270,8 bilh\u00f5es ante R$ 296,2 bilh\u00f5es no ano anterior. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (29) pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de M\u00e1quinas e Equipamentos (Abimaq).<img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?w=696&#038;ssl=1\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?w=696&#038;ssl=1\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>O consumo aparente de bens industriais, definido como o total da produ\u00e7\u00e3o industrial dom\u00e9stica e importa\u00e7\u00f5es, descontadas as exporta\u00e7\u00f5es \u2013 um indicador que mede a demanda interna por bens industriais \u2013 ficou praticamente est\u00e1vel no acumulado de 2024, totalizando R$ 369,1 bilh\u00f5es, com ligeira queda (0,2%) em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>Segundo a diretora de Competitividade, Economia e Estat\u00edstica da Abimaq, Cristina Zanella, o desempenho da ind\u00fastria de m\u00e1quinas e equipamentos foi influenciado pela substitui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o brasileira por importados e pela queda nas exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cAconteceu aumento de investimento em diversas \u00e1reas da economia [brasileira], investimento no transporte, investimento em equipamentos eletr\u00f4nicos, mas n\u00e3o no nosso setor. E uma parte importante [do nosso resultado de 2024] est\u00e1 relacionada \u00e0 perda de participa\u00e7\u00e3o para o importado\u201d, disse Cristina.<\/p>\n<p>De acordo com a diretora da Abimaq, o desempenho das vendas de m\u00e1quinas agr\u00edcolas e equipamentos para a constru\u00e7\u00e3o civil foi o que mais puxou o resultado geral para baixo. \u201cO setor de m\u00e1quinas agr\u00edcolas foi o que, de fato, puxou o resultado mais para baixo, dentre todos os setores acompanhados. A gente observou tamb\u00e9m queda na \u00e1rea de constru\u00e7\u00e3o civil. O mercado dom\u00e9stico ampliou as compras de m\u00e1quinas para constru\u00e7\u00e3o, mas o que resultou em um n\u00famero mais fraco foram as exporta\u00e7\u00f5es um pouco menores.\u201d<\/p>\n<h2>Importa\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es brasileiras de m\u00e1quinas em 2024 atingiram US$ 29,5 bilh\u00f5es, com aumento de 10,6% em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, segunda maior marca desde 2013. Os equipamentos chineses responderam pela maior parte (31,5%) ao registrarem crescimento de 5,3 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior (2023).<\/p>\n<p>J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas dos Estados Unidos, que v\u00eam logo ap\u00f3s as da China, ca\u00edram 6%. Da Alemanha, a terceira origem das importa\u00e7\u00f5es, houve pequeno incremento nos embarques para o Brasil (2,6%).<\/p>\n<h2>Exporta\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas e equipamentos brasileiros alcan\u00e7aram US$ 13,1 bilh\u00f5es em 2024, uma diminui\u00e7\u00e3o de 5,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. O resultado foi a segunda melhor marca da s\u00e9rie hist\u00f3rica, perdendo apenas de 2023, quando foram vendidos ao exterior US$ 13,9 bilh\u00f5es em m\u00e1quinas e equipamentos.<\/p>\n<p>Em 2024, dentre os pa\u00edses que registraram aumento na aquisi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos brasileiros destacara-se Singapura, Coreia do Sul, M\u00e9xico, Guiana, Fran\u00e7a e Ar\u00e1bia Saudita. Entre os que tiveram queda, aparecem Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Chile e Peru. Para os Estados Unidos, a queda foi de 11,2% e ocorreu principalmente em m\u00e1quinas para constru\u00e7\u00e3o civil; para a Argentina, a diminui\u00e7\u00e3o foi de 17%, sobretudo em m\u00e1quinas para \u00f3leo e g\u00e1s.<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-01\/receita-da-industria-de-maquinas-e-equipamentos-tem-queda-de-86\" rel=\"noopener\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A receita l\u00edquida da ind\u00fastria brasileira de m\u00e1quinas e equipamentos caiu 8,6% no acumulado de janeiro a dezembro de 2024, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2023. Em 2024, o setor faturou R$ 270,8 bilh\u00f5es ante R$ 296,2 bilh\u00f5es no ano anterior. 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