Cultura abre 80 vagas para oficinas nas áreas de teatro, dança e...

Cultura abre 80 vagas para oficinas nas áreas de teatro, dança e produção cultural

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Estão abertas, a partir de segunda-feira (14), inscrições para as oficinas de “Criação Teatral: A Experiência Criativa da Cia. Ouro Velho”, “Produção Cultural: Fontes de Recursos para Viabilização de Projetos Culturais”, “Corpo, Cena e Cidade – Criação e Experimentação de Intervenções Cênicas em Espaços Públicos” e “Danças Brasileiras – Do Passo à Criação”. 


As inscrições acontecem na Escola Municipal de Cultura e Artes “Maestro Mário Tintori” (Emcea), localizada na rua Boa Morte, 471, Centro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, local onde ocorrem as atividades também, e cada oficina oferece 20 vagas, a serem preenchidas por ordem de chegada.


A oficina de “Criação Teatral: A Experiência Criativa da Cia. Ouro Velho”, ministrada por Paulo Marcos, e a de “Produção Cultural: Fontes de Recursos para Viabilização de Projetos Culturais”, ministrada por Marcos e Lara Hassum, recebem inscrições até o próximo dia 24, com aulas no dia 27, respectivamente das 14h às 16h e das 16h30 às 18h30. A realização é da Cia Ouro Velho, Ministério da Cidadania e Instituto CCR, com apoio da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Cultura.


“Corpo, Cena e Cidade – Criação e Experimentação de Intervenções Cênicas em Espaços Públicos” recebe inscrições até 15 de novembro e é ministrada por Érika Cunha e Alice Possani. A oficina acontece nos dias 21 e 22 de novembro, das 18h30 às 21h30, e no dia 23, das 13h30 às 17h30. Já “Danças Brasileiras – Do Passo à Criação” é ministrada por Beatriz Miguez e recebe inscrições até 31 de outubro. As aulas acontecem entre os dias 4 e 11 de novembro, das 18h30 às 21h30. A realização destas oficinas é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Poiesis, Oficinas Culturais e Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Cultura.


Saiba todos os detalhes:

CRIAÇÃO TEATRAL: A EXPERIÊNCIA CRIATIVA DA CIA. OURO VELHO

Coordenação: Paulo Marcos
Inscrição: de 14 a 24/10, das 9h às 18h, na Escola Municipal de Cultura e Arte “Maestro Mário Tintori” (Emcea), localizada na rua da Boa Morte, 471, Centro.
Público Alvo: Artistas locais interessados na linguagem teatral, a partir de 14 anos.
Seleção: Primeiros inscritos.
A aula acontece em 27/10, das 14h às 16h, na Emcea.
A oficina propõe o contato com o processo criativo da companhia, por meio de exercícios práticos de criação cênica e interpretação teatral.

Paulo Marcos é artista (TUCA, 1991), especialista em Arte Integrativa (UAM, 2005) e Mestre em Educação (USP, 2011). Há três décadas atua, dirige, compõe, escreve, ensina e produz teatro no Brasil. Atuou recentemente em “O Jardim Das Cerejeiras” (dir. Eduardo Tolentino de Araújo, 2019), “A Noite de 16 de Janeiro” (dir. Jô Soares, 2018), “Uma Peça Por Outra” (dir. Brian Penido Ross e Guilherme Sant’Anna, 2017), “Urinal: O Musical” (dir. Zé Henrique de Paula, 2015) e “L’illustre Molière” (dir. Sandra Corveloni, 2011). É cofundador da Cia. Ouro Velho, que se dedica à realizaç&a tilde;o de projetos integrados de arte e educação, como os musicais infantojuvenis “O Novo Rei de Beleléu” (2016) e “O Lugar de Onde se Vê” (2014). Leciona atualmente nos Cursos Superiores de Teatro e Dança da Universidade Anhembi Morumbi e na Escola de Atores Wolf Maya.

PRODUÇÃO CULTURAL: FONTES DE RECURSOS PARA VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS

Coordenação: Paulo Marcos e Lara Hassum
Inscrição: de 14 a 24/10, das 9h às 18h, na Escola Municipal de Cultura e Arte “Maestro Mário Tintori” (Emcea), localizada na rua da Boa Morte, 471, Centro.
Público Alvo: Artistas locais interessados em discutir recursos para a cultura, a partir de 14 anos.
Seleção: Primeiros inscritos.
A aula acontece em 27/10, das 16h30 às 18h30, na Emcea.
A oficina propõe uma conversa aberta sobre as possibilidades de acesso a recursos financeiros para realização de projetos culturais. Serão abordados mecanismos de renúncia fiscal, editais públicos e outras fontes de recursos.

Lara Hassum é formada em Dramaturgia pela SP Escola de Teatro; Interpretação pela Escola de Atores Wolf Maya; e Jornalismo pela UNIP. Atua desde 2010 em companhias teatrais renomadas. Dentre seus trabalhos destacam-se: “Uma Peça por Outra”, do Grupo TAPA com direção de Brian Penido Ross; “Playground” (duas indicações ao Prêmio Shell 2016), com direção de Marco Antônio Pâmio; “Memórias (não) inventadas”, da Cia Triptal, com direção de André Garolli; “L’illustre Molière” (três Prêmios Shell), da Cia D’Alma, com direção de Sandra Corveloni; “Senhora dos Afogados do Núcleo Experimental”, com direção de Zé Henrique de Paula; e “O Novo Rei de Beleléu”, da Cia. Ouro Velho, com direção de Paulo Marcos.

Paulo Marcos é Artista (TUCA, 1991), Especialista em Arte Integrativa (UAM, 2005) e Mestre em Educação (USP, 2011). Há três décadas atua, dirige, compõe, escreve, ensina e produz teatro no Brasil. Atuou recentemente em “O Jardim Das Cerejeiras” (dir. Eduardo Tolentino de Araújo, 2019), “A Noite de 16 de Janeiro” (dir. Jô Soares, 2018), “Uma Peça Por Outra” (dir. Brian Penido Ross e Guilherme Sant’Anna, 2017), “Urinal: O Musical” (dir. Zé Henrique de Paula, 2015) e “L’illustre Molière” (dir. Sandra Corveloni, 2011). É cofundador da Cia. Ouro Velho, que se dedica à realizaç&a tilde;o de projetos integrados de arte e educação, como os musicais infantojuvenis “O Novo Rei de Beleléu” (2016) e “O Lugar de Onde se Vê” (2014). Leciona atualmente nos Cursos Superiores de Teatro e Dança da Universidade Anhembi Morumbi e na Escola de Atores Wolf Maya.

CORPO, CENA E CIDADE – CRIAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO DE INTERVENÇÕES CÊNICAS EM ESPAÇOS PÚBLICOS

Coordenação: Érika Cunha e Alice Possani (Grupo Matula Teatro) 
Inscrições: de 14/10 a 15/11, das 9h às 18h, na Escola Municipal de Cultura e Arte “Maestro Mário Tintori” (Emcea), localizada na rua da Boa Morte, 471, Centro.
Público: Atores, dançarinos, performers e artistas da cena, a partir de 16 anos.
Seleção: Ordem de inscrição.
As aulas acontecem nos dias 21 e 22/11, das 18h30 às 21h30, e no dia 23/11, das 13h30 às 17h30, na Emcea.

A oficina baseia-se em três premissas: o jogo, que propõe uma qualidade corporal ao mesmo tempo atenta e porosa; o espaço público como território composto por diferentes tensões em diálogo; e a experiência artística como convite a outros modos de perceber-agir o dia a dia e as relações. A partir desse entrelaçamento, serão realizados exercícios em sala e um mapeamento afetivo de ruas e praças de determinada região. Em segu ida, serão criadas, produzidas e realizadas intervenções artísticas nesses espaços, públicos e abertos à circulação de pessoas.

Érika Cunha é doutora em Artes da Cena pela Unicamp (2016), Bacharel em Interpretação Teatro/Artes Cênicas, USP (2006); é atriz e pesquisadora do Grupo Matula Teatro desde 2011; Integrou o Núcleo Feverestival – Festival Internacional de Teatro de Campinas, de 2008 a 2015. Atualmente, é coordenadora de curadoria do Feverestival.

Alice Possani é atriz, professora de teatro e doutora em Artes da Cena pela Unicamp, onde também concluiu a graduação e o Mestrado em Artes da Cena. Integrante do Grupo Matula Teatro desde sua fundação, em maio de 2000.

DANÇAS BRASILEIRAS – DO PASSO À CRIAÇÃO

Coordenação: Beatriz Miguez.
Inscrições: de 14 a 31/10, das 9h às 18h, na Escola Municipal de Cultura e Arte “Maestro Mário Tintori” (Emcea), localizada na rua da Boa Morte, 471, Centro.
Público: Estudantes, iniciantes em teatro e/ou dança e educadores, a partir de 16 anos.
Seleção: Ordem de inscrição.
As aulas acontecem de 4 a 11 de novembro, das 18h30 às 21h30, na Emcea.
Oficina destinada a interessados em se aproximar do universo da cultura popular brasileira através de vivência prática e teórica sobre as danças e folguedos da cultura popular brasileira. Danças Brasileiras – Do Passo à Criação, faz parte de um estudo e pesquisa desenvolvidos pela atriz-dançarina e educadora Beatriz Miguez, focado na análise da movimentação e corporeidades das danças brasileiras sob o ponto de vista da linguagem da dança contemporânea, bem como a utilização deste repertório de danças brasileiras no processo pré-expressivo, criativo e de composição cênica no teatro e na dança.

Beatriz Miguez é atriz-dançarina, narradora de histórias e educadora. Formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina, integrou o núcleo de pesquisa em dança contemporânea brasileira coordenado por Antônio Nóbrega. Em 2011, participou da gravação do longa-metragem “Brincante”, sobre a vida artística de Antônio N&oac ute;brega, com direção de Walter Carvalho. Participou do grupo de estudos sobre o folguedo de Cavalo Marinho “Boi da Garoa”. Foi intérprete-criadora da Cia Caleidos de Dança dirigida por Isabel Marques e Fábio Brazil.

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