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Piracicaba registra 4 mortes por dengue e mais 3 grávidas com zika

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Piracicaba (SP) tem quatro mortes por dengue neste ano. De acordo com a Secretaria de Saúde, os óbitos aconteceram entre março e abril e foram confirmados pelos laudos do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, nesta quinta-feira (16). São as primeiras mortes causadas pela doença em 2016, segundo informações da Vigilância Epidemiológica. A administração municipal ainda afirmou que os registros de gestantes com vírus da zika passaram de 25 para 28.

Os pacientes que morreram são das regiões sul (2), oeste e do centro do município. A Prefeitura não divulgou mais informações sobre as vítimas. Apesar das mortes, a administração municipal afirmou que os casos de dengue diminuíram 63,5% neste ano. De janeiro a maio deste ano, foram 1.296 registros, contra 3.552 no ano passado. Em 2015, a cidade registrou três óbitos da doença.

A Secretaria de Saúde afirmou que trabalha na conscientização da população e na remoção dos criadouros do mosquito Aedes Aegypti, que também transmite a chikungunya e o vírus da zika. O Executivo ampliou o projeto “Aedes do Bem”, que vai soltar insetos geneticamente modificados no Centro da cidade para diminuir o número de transmissores. A experiência já foi feita no bairro Cecap e foram reduzidos 94% dos casos da doença.

Zika
O número de gestantes com vírus da zika em Piracicaba subiu para 28, de acordo com o último balanço informado pela Prefeitura na quinta-feira. Antes eram 25. Todas as vítimas e os bebês passam bem. A Saúde ainda monitora 116 grávidas que estão com sintomas da doença e outros 347 casos suspeitos, de acordo com a administração municipal.

A região oeste de Piracicaba, do bairro Vila Cristina, concentra 64% dos casos confirmados de zika em gestantes. A favela da Portelinha abriga 20% das grávidas e, por isso, a Prefeitura realizou uma força-tarefa na comunidade na segunda-feira (30). Como a maioria das vítimas mora na região oeste, a Secretaria de Saúde afirmou que intensificou, desde o fim de abril, as ações de combate aos criadouros do Aedes Aegypti na área.

G1